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Business Analytics & Dados Epidemiológicos

 

Business Analytics (BA). Essas duas palavras têm feito uma enorme diferença na saúde financeira das operadoras, criando diferenciais de competitividade que podem significar vida ou morte no mercado. Hoje há uma verdadeira infinidade de dados, os chamados Big Data, transitando entre sistemas, terabytes que fornecem às empresas de saúde suplementar as informações mais diversas, mas que, abaixo da superfície, escondem os dados verdadeiramente preciosos.

Mas será que sua empresa está lendo tudo isso da forma correta? Até que ponto a interpretação desses dados brutos está realmente colaborando para a sustentabilidade do seu negócio? Veja porque, mais do que uma opção, as ferramentas de BA são uma necessidade para as operadoras de saúde tomarem ações cada vez mais assertivas através do cruzamento de dados epidemiológicos e otimizar sua gestão.

Por que Business Analytics é tão necessário na gestão dos dados epidemiológicos do Big Data? 

Calcula-se que hoje as operadoras de saúde sejam algumas das empresas que mais gerem dados no mundo, colaborando substancialmente para os cerca de 2,5 quintilhões de bytes jogados no Big Data diariamente em todo o planeta. São históricos, registros de internações, tratamentos, medicamentos utilizados, solicitações de internações e intervenções hospitalares, cálculos de sinistralidade, atualização de cadastros, pagamentos, enfim, uma infinidade de dados a cada segundo.

Tudo isso jogado de forma bruta no sistema, dados epidemiológicos complexos e desestruturados em uma perigosa mistura de papéis, relatórios gravados em arquivos locais, e-mails que muitas vezes sequer são lidos e planilhas perdidas em pastas espalhadas por sistemas locais. Só para se ter uma ideia, a estimativa é que cada operadora de saúde armazene de 15 a 20 vezes o mesmo dado em locais e versões diferentes.

Por outro lado, a falta de integração entre os diversos sistemas gera uma verdadeira confusão na comunicação que resulta em vários problemas de gestão. Os mais comuns são descumprimento de prazos, que acabam gerando multas e sanções por parte da ANS; descontrole no processo de autorizações; dificuldade de consolidação do Padrão TISS; aplicação incorreta de reajustes, que podem gerar ações judiciais e perdas financeiras; e até perda de oportunidades de negócios para concorrentes que utilizam ferramentas de Business Analytics, entre outros.

 

Sua empresa cada vez mais próxima da próxima fronteira da epidemiologia

A correta análise e interpretação do Big Data, portanto, é considerada a próxima grande fronteira da epidemiologia e da gestão de saúde. Ferramentas de Business Analytics chegam para suprir essa necessidade, fazendo com que não só os dados epidemiológicos sejam identificados e interpretados da melhor forma, melhorando progressivamente o atendimento dos planos de saúde aos usuários, mas também otimizando a gestão.

Assim, é possível direcionar investimentos para os setores mais produtivos, cortar gastos, criar ações, evitar desperdícios, realocar pessoal, enfim, promover uma melhor administração dos recursos da operadora de saúde, identificando ainda novas oportunidades de negócio. Mais do que um diferencial de competitividade, as ferramentas de BA já são a diferença entre a morte e vida no mercado dos negócios de saúde.

Para analisar, coletar, cruzar e interpretar os dados epidemiológicos, as soluções tecnológicas de inteligência empresarial usadas para a saúde, como o SmartCare, dispositivos wearables e prontuários eletrônicos, por exemplo, são considerados excelentes diferenciais. Elas promovem uma melhor interpretação, coleta e integração de dados em tempo real. Integrando informações de sistemas diferentes (ERP, CRM, planilhas) em uma única base de consulta, cruzando dados clínicos e administrativos para gerar informações valiosas para suporte em tomadas de decisões clínicas e para medir produtividade, além de analisar e controlar o ambiente administrativo.

Dessa forma, a análise e cruzamento dos dados epidemiológicos do Big Data pelas ferramentas de Business Analytics podem apontar alterações no perfil etário relacionado a determinada sinistralidade, por exemplo, indicando possíveis ações (como campanhas e programas preventivos de forma a reduzir custos de internações).

Diagnósticos de causas e efeitos, monitoramento de indicadores por dashboards e estabelecimentos de metas de desempenho exigem tecnologia de ponta, que promove a leitura em tempo real de todos os dados e possibilita o acesso a qualquer hora de qualquer lugar, através de tablets, smartphones ou notebooks, por exemplo.

Assim, gestores de operadoras de saúde podem ter acesso imediato também a diagnósticos de eventuais falhas nos processos internos; alterações normativas, visando evitar inconsistências legais; indicadores de rede credenciada; e variações de custo dos setores, por exemplo. Por tudo isso, a Business Analytics já se tornou essencial para a saúde das operadoras, melhorando a qualidade do atendimento e a gestão empresarial.

Leve sua operadora de saúde ao próximo estágio de evolução. Venha conhecer o SmartCare, uma Solução que une tecnologias, equipe especializada e processos disruptivos, aumenta engajamento de pacientes aos seus tratamentos, melhora a experiência dos mesmo com sua operadora e reduz o aumento da sinistralidade pela melhor utilização dos recursos do Provedor.

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