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Humanização, engajamento e escalabilidade: como esses conceitos trazem resultados para negócios de saúde?

As inovações tecnológicas trazem importantes conquistas para a área de saúde, tornando-se importantes ferramentas capazes de gerar economia e tirar as operadoras de saúde do vermelho, o que é ótimo. Porém, na prática, a inserção de tecnologias no setor de saúde muitas vezes faz com que o aspecto humano fique em segundo plano.
A questão é que, quanto mais máquinas se interpõem entre o profissional de saúde e o cliente, mais humanizada precisa ser essa relação. A tecnologia deve servir para unir cada vez mais pacientes e profissionais, servir de ponte entre eles e reduzir distâncias, estreitando o relacionamento.
Por isso, a solução para os problemas passa, justamente, pela humanização do sistema, pelo investimento em formas de aumentar o engajamento dos pacientes aos tratamentos e pela adoção de soluções tecnológicas que viabilizam o alcance dessas ações ao maior número de pessoas possível (ganho de escala).
Entenda como os conceitos de humanização, engajamento e escalabilidade podem trazer excelentes resultados para os negócios de saúde.

Humanização – Reduzindo distâncias físicas e emocionais

Desafio para muitos, a humanização do atendimento em saúde é o estabelecimento de uma relação de proximidade entre paciente e profissional que resulta em maior confiança, gerando mais adesão aos tratamentos e programas e também ações mais assertivas.
No entanto, muito se engana quem pensa que a humanização são apenas consultas mais longas, onde se ouve mais o paciente e se procura compreender o contexto das doenças – não apenas seus sintomas e causas.
A humanização extrapola o consultório, começando antes do paciente entrar na sala e continua mesmo após a sua saída. É um conceito de contato constante, de interação: atendimento global, de forma eficaz e resolutiva.
O entendimento da condição do paciente, no entanto, não deve ser uma responsabilidade apenas do médico: ele começa no primeiro agendamento, na marcação de consulta, englobando encaminhamentos, diagnóstico, acompanhamento, tratamentos e pós-tratamento.
É o monitoramento da saúde do paciente por uma equipe multidisciplinar integrada, reduzindo reencaminhamentos e retornos sem necessidade. É dar a atenção honesta à busca do paciente, à solução do problema, suporte para os métodos mais resolutivos, agilizando e melhorando a vida através da tecnologia – como aplicativos, smartphones, gadgets e dispositivos que permitam uma interação constante.
Dessa forma, é possível interferir de forma mais assertiva e preventiva, reduzindo custos para as operadoras e retrabalho para profissionais e pacientes.

 

Engajamento: autocuidado e aderência aos tratamentos

Ainda que, inconscientemente, o paciente seja causador de sua própria patologia – devido a seu estilo de vida, má alimentação, hábitos pouco saudáveis, por exemplo – ninguém deseja ficar doente e a descoberta da necessidade de comprometimento com a saúde por vezes é dramática.
O que poderia ser uma jornada efetiva de tratamento rumo à cura, em muitas vezes termina após a primeira ou segunda consulta. Segundo o Brasil Senior Living, 50% dos pacientes saem da consulta sem entender bem as recomendações passadas e 82% não aderem ao tratamento.
Há uma espécie de relação de poder em que o médico é absoluto e o paciente acaba sentindo-se constrangido a perguntar para entender. Ou ele procura outro médico com o qual tenha mais empatia, ou desiste do tratamento – o que pode significar agravamento da doença e tratamentos ainda mais pesados e dispendiosos no futuro.
Principalmente em relação às doenças crônicas – as mais longas e desgastantes para os pacientes, mas também as mais caras para as operadoras – é preciso estabelecer programas efetivos para a prevenção e retardo desses males.
Esse engajamento pode ser conseguido através de ferramentas digitais que vão de serviços de gestão da adesão à prescrição e monitoramento de sinais vitais.
Para haver o engajamento, é essencial que tecnologia e humanismo caminhem juntos. Ao aumentar o engajamento do paciente, além da promoção da saúde estará havendo uma redução no número de consultas, tratamentos e internações, o que significa redução de custos para os provedores de saúde.

 

Escalabilidade: até onde você pode ir?

Escalabilidade é a capacidade de uma empresa ou sistema de crescer atendendo à demanda sem perder as qualidades que lhe agregam valor. A escalabilidade prevê que seu faturamento aumente sem que o custo se eleve na mesma proporção. Por isso, pense bem: qual a capacidade de expansão da sua operadora?
Para ser escalável, o negócio precisa ter potencial ilimitado de expansão. Para isso, seu modelo deve apresentar, basicamente, três características:
1- Ser ensinável, o que significa que o programa é maleável e pode se expandir de acordo com o planejamento feito;

2- gerar valor agregado, tornando-se um diferencial para o negócio;

3- ser replicável, ou seja, que pode ser reproduzido a longo prazo e gerar receita recorrente.
É através da escalabilidade dos programas que aplica em sua operadora que você descobre o verdadeiro potencial dessa ação, se ela é realmente capaz de gerar o retorno esperado para justificar o investimento e gerar lucros, reduzindo os níveis de incerteza e avaliando seu retorno provável nos próximos anos. Qualquer solução implantada, seja ela voltada para o uso de tecnologias ou para a humanização dos serviços, deve preocupar-se com o conceito de escalabilidade.
Entendendo o potencial de crescimento dos programas de sua operadora, é possível conseguir resultados muito mais positivos no seu negócio.

 

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