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Por que o engajamento do paciente deve ser prioridade nas operadoras de saúde?

Engajamento. Essa palavra, cada vez mais utilizada pelos gestores de negócios, têm se mostrado muito mais poderosa do que se imaginava há alguns anos. Na área da saúde por exemplo, ela pode fazer toda a diferença entre o desperdício de verba e a redução dos custos de uma operadora de saúde, por exemplo.

A questão é simples, mas por muitos anos não foi levada a sério por provedores que ainda insistem em uma maneira antiga de pensar: a de que os planos devem oferecer os serviços e cabe aos beneficiários utilizá-los ou não.

No entanto, o que se sabe hoje é que o engajamento do paciente e o autocuidado são fundamentais para a assertividade dos tratamentos, evitando vários procedimentos – como consultas, exames e reinternações ou até cirurgias – desnecessários.

A questão é que nem todos os pacientes realmente se comprometem com o tratamento. Por isso, o plano de saúde que não incentiva o engajamento do paciente acaba tendo muito mais custos, que poderiam ser evitados.

Engajamento do paciente é tendência mundial

O assunto é tão sério, que até o Google está entrando na campanha e já anunciou que vai engajar nada menos que 10 mil pacientes americanos em um estudo inédito sobre a saúde. A tarefa não é fácil, já que tradicionalmente é difícil encontrar candidatos até mesmo para estudos menores – ou voluntários realmente engajados, que sigam o programa até o fim.

O que o Google vai fazer para conseguir isso – na verdade a Verily, antiga Google Life SCiences, braço de saúde do grupo – é uma parceria com as universidades de Standford e Dukes e contar com a ajuda da tecnologia. No total, estima-se que o projeto custe cerca de U$ 100 milhões.

Mas o mais interessante mesmo é o que está por trás do interesse do Google em realizar o projeto, já que a empresa nunca fez nada parecido com qualquer de seus aplicativos: ele quer conhecer melhor o comportamento fora da internet, para, através desse conhecimento, impulsionar novas descobertas nas ciências da vida e na medicina.

A ideia é coletar dados dessas 10 mil pacientes engajados 24 horas por dia, todos os dias durante quatro anos através de wearables, como os relógios inteligentes, que monitorá os pacientes colhendo dados sobre a frequência cardíaca, a qualidade do sono, atividade física diária etc.

Além disso, a cada 3 meses os pacientes preencherão um formulário online e a cada 4 haverá uma visita a um centro de consultas. Uma vez por ano haverá uma bateria de exames que deve durar 48 horas.

Em retorno ao engajamento do paciente serão fornecidos vários benefícios, entre eles resultados dos exames, atualização sobre o andamento do estudo, acesso a comunidades online e eventos voltados para esse público; e até compensação financeira pelo tempo dedicado às visitas presenciais.

Ações de engajamento do paciente têm influenciado no autocuidado

Pesquisas mostram que as operadoras que têm investido no engajamento do paciente têm conseguido ótimos resultados. Há dois anos, a  Vigitel Brasil 2015, realizada pelo Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por exemplo, já mostrava que os beneficiários dos planos de saúde já estavam tendo hábitos mais saudáveis.

Os dados mostram que eles estão se exercitando mais, comendo mais frutas, o sedentarismo havia caído 16,2% desde o ano do primeiro levantamento (2008) e o número de fumantes havia caído em 42%.

De acordo com a própria ANS, esses e muitos outros resultados positivos encontrados foram motivados pelas ferramentas certas, como o estímulo a um modelo de vida mais saudável através de ações de promoção da saúde e prevenção feitas pelos planos de saúde. Segundo a agência, essas ações são a principal estratégia para reduzir custos e lidar com o envelhecimento da população, com a transição nutricional

Uma dessas ações é a criação de programas voltados para grupos definidos, identificando problemas, monitorando os riscos e incentivando ações de prevenção. Hoje, quase 1.500 programas já atingem 1,7 milhão de beneficiários de quase 400 operadoras de saúde.

Modelo pode ser seguido pelos planos de saúde para o engajamento do paciente

Estatisticamente, 50% dos pacientes não apresentam os resultados clínicos que deveriam porque não seguem as instruções médicas corretamente – mas é possível reverter essa quadro através da tecnologia. O modelo adotado pelo Google, por exemplo, não é novo, e pode perfeitamente ser adaptado pelos planos de saúde para conseguir o engajamento do paciente, mais eficiência nos tratamentos e redução de custos.

A base do modelo é a interação com o paciente, principalmente fora do ambiente institucional, e o seu monitoramento – e para isso, nada como a utilização da tecnologia pessoal, os chamados wearables, apps e demais dispositivos de conexão.

Ao mesmo tempo em que há partilha de dados e acesso em tempo real aos resultados, é possível fazer intervenções preventivas e emergenciais que resultam em melhor qualidade de vida para o paciente e menos custos para o plano de saúde.

 

O SmartCare, por exemplo, é uma solução que une tecnologias, equipe especializada e processos inteligentes para proporcionar uma nova experiência de atendimento que incentiva o autocuidado e gera o engajamento do paciente. O SmartCare age em quatro frentes básicas de atuação:

Gestão do cuidado – Através de soluções escalonáveis que priorizam a interação com o paciente são gerados planos de cuidados personalizados.

Telemedicina – Uma central de atendimento incentiva o cumprimento das prescrições, a adoção de hábitos saudáveis e promove o monitoramento das condições de saúde dos pacientes.

Conectividade e integração – A solução é otimizada através da integração de tecnologias, como wearbales, smartphones, aplicativos e dispositivos em geral.

Health Intelligence – Dados estatísticos sobre o engajamento ao paciente aos programas e o comportamento dos usuários, além de informações de saúde da população e o consumo de recursos.

Assim, o controle dos gastos é muito maior e as despesas evitáveis muito menores. Com o engajamento do paciente todos os lados se beneficiam.

 

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